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Acho tão bonito casais que duram. Não importa o tempo, o que vale é a intensidade. Querer estar junto vale muito mais do que estar junto há 20 e tantos anos só por comodidade. Sei que estou falando obviedades, mas hoje vi um casal de velhinhos na rua. Acho que o amor, quando é amor, tem lá suas dores bonitas. A gente vê uma cena e o coração fica emocionado. Nos dias de hoje, com tanta tecnologia, com tanta correria, com tanta falta de tempo, com tanto olho no próprio umbigo e nos próprios problemas, com tanta disputa pelo poder, pelo dinheiro, por ter mais e mais, sei lá, acho bonito ver um casal de velhinhos na rua. A mão, enrugadinha, segura a outra mão. A outra mão, por sua vez, segura uma bengala. Falta equilíbrio, sobra experiência. Falta a juventudade, sobra história para contar. Falta uma pele lisa, sobram marcas de expressão que contam segredos. Envelhecer não é feio. Em tempos de botox, a gente devia olhar um pouco para dentro. De si. Do outro. Do amor.

humor-adolescente:

esqueci de colocar tag

Berra, grita, escreve, manda uma carta, um sms, um pombo correio, liga, compõe uma música, chama no msn, curte uma foto no facebook, manda uma ask, taca um tijolo na porta da minha casa, me manda uma flor, toca um Marley na viola, põe nossa música pra tocar, faz sinal de fumaça, esperneia, comenta de mim pra alguém, taca uma indireta direta, taca fogo no meu carro, me faz ciúmes, faz birra, charminho, some, volta, me atiça […] Sei lá, só não fica em silêncio. Pois apesar de eu preferir todo o silêncio do mundo, o seu me mata.
Maldito silêncio, metafora-s. (via metafora-s)